Super feliz pelo convite para a BC! Assuntos relacionados com a infância me mobilizam e poder dar esta pequena colaboração é um prazer! Valeu Sam e Aline pela lembrança e convite!
No começo do ano passado participei de um trabalho voluntário no Vale do Jequitinhonha. Fomos em algumas cidades e depois de andar bastante tínhamos uma missão especial. Iríamos visitar uma pequena cidade, de três ou quatro ruas, aonde todos trabalhavam com cerâmica.
O pó que o carro levantou ao entrar na rua principal, chamou atenção dos que estavam por perto.
Uma paisagem cinza. Terra seca. Pequenas casinhas cobertas com uma mistura feita de pedras, feno/palhas e esterco. O fogão pra fora da casa, o cachorro e galinha andando pelos diferentes "cantos" da cidade foi a paisagem que nos deu boas vindas.
Na primeira casa que entro (sem nada dentro) vejo algumas crianças sentadas no chão, com martelos nas mãos quebrando pedras para fazer o pó da cerâmica, típica da região.
Sem camiseta, só com uma bermuda e um olhar bastante sério. Um silêncio de risadas e brincadeiras, não se tinha o som infantil tão familiar aos meus ouvidos, escutávamos apenas o martelar!
Os pequenos continuavam o trabalho, seriamente. Eu fui logo para o fundo da casa, havia uma pequena porta e caminhei tentando sair antes que eles percebessem minhas lágrimas!
Engoli o choro e fui conversar com os pequenos habitantes, passar um tempo enriquecedor com aquelas crianças tão "adultas", tão carentes, tão solidárias, tão esquecidas...
Nesta cidade não havia escola, pequenos mercados, posto de saúde, farmácia. Nada! Havia apenas uma igreja, o que deixava muito claro que a força daquela gente vinha da Fé!
Um ônibus passava na rodovia 1 vez ao dia, 3 vezes por semana, para levar as pessoas para uma cidade maior. Mas as crianças não iam estudar, nem mesmo subiam no ônibus para ir até a praça da "cidade grande" brincar!
O que vi foi mais ou menos como esta imagem:
Isso me marcou e é um ponto que gostaria de abordar no debate. Pra mim, o que mais caracteriza o trabalho infantil no Brasil é a desigualdade social e cultural.
A Constituição Federal proíbe, abrindo pequenas exceções bastante específica para o "pequeno aprendiz", temos também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tem a ratificação da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho e tantas outras obrigatoriedades da Lei.
Já ouviu falar que "Na prática a Teoria é outra"? Na minha opinião é o que acontece em grande escala no nosso país.
Uma cultura e um hábito familiar que vai passando de geração em geração, de ir incluindo o filho e a filha no trabalho da família, no comércio de cerâmica da cidade, na roça, no balcão da padaria, no semáforo, nas esquinas.
Vezes com olhar de exploração, nítida e com toda a consciência que possui, sem pesares.
Outras com ar de orgulho, de missão cumprida por passar para o filho o conhecimento de mecânica (exemplificando) que este pai tinha e agora pertence ao pequeno Júnior da família.
Problema cultural, de aceitação e permissão de todos. Do que vende ao que compra.
Do que fala, propõe mudanças no governo ao que se cala. De todos nós!
Proponho a clareza de informações que em casos como os relatados acima só funcionam com soluções no café da manhã, almoço e jantar. Escolas públicas estruturadas. Postinho de saúde decente, emprego e conhecimento profissionalisante para este pai e mãe!
O que pode ser amplo e subjetivo de mais e resultar em nada. Afinal, isso não é coisa minha, é do governo. Certo!?
Errado!
É minha se eu estender minhas mãos e fazer minha parte, na medida da minha força e passar esta ideia pra os que me rodeiam (e a internet faz essa roda ficar gigante).
Aí o assunto vira nosso, é da nossa conta a criança da cidade, do meu bairro, da cidade vizinha. Sempre existe alguém que podemos ajudar.
E pra levantar um pouco a poeira, o que falar do trabalho infantil que dá méritos, status, muita grana e destaque na sociedade?
Esse pode? Esse a gente aceita, né! É legal! Cool!
Poucos questionam, são tão lindinhos e talentosos que é quase "natural" eles estarem lá na telinha, palcos e telona.
São crianças que recebem pressões, estão mudando o foco da infância, trocando valores, sofrendo estímulos desnecessários, levando-os ao stress e desgaste emocional, psicológico.
É o outro lado da desigualdade Brasileira, o lado que faz muitos aplaudirem, que colocam "likes" e rotulam estes pequenos como sendo melhores, alvos, espelhos.
E o que eles estão refletindo?? Merchandising de empresas que estão nem aí pra situação infantil no Brasil. Que com o dinheiro gasto em um mês de anúncio no Carrosel ajudaria a mudar a realidade de muita gente.
O que temos construído?
Aceitam valores impostos pelo habitual sem questionar.
Compramos bala na rua, damos gorjeta, pagamos os impostos e pronto! Culpa do governo. Tô fazendo minha parte.
Contratamos o elenco do Carrosel pra festa de aniversário do filho, estoco fisher price em casa e lamento a dor da África. Afinal, tá tão longe!
E a criança da minha e da tua casa? Tem curtido a infância que ela tem direito a ter? Temos passado a simplicidade de estar com o outro, de curtir a vida, as pessoas e não as coisas? Temos lutado em casa pra diminuir a desigualdade ou usamos até o limite dos cartões de crédito só pra mostrar o que meus filhos podem ter e vestir?
Será que com nossas atitudes eles, nossos filhos, serão adultos que um dia vão se importar, ajudar e falar pra todos ouvirem: É DA MINHA CONTA!!
Eu digo não para todo trabalho infantil.
Digo não para a desigualdade social e me esforço para manter o foco no amor, que vem de Deus, passar o bem pros meus filhos e estender a mão ao próximo.
Pratico o desapego (sim...as vezes com dificuldade, porém praticado!) dos melhores brinquedos que eles já não usam, de uma quantidade de dinheiro e de tempo, para ajudar.
Tenho uma porção de falhas e posso melhorar muito ainda, espero não perder o foco e continuar espalhando o bem e o amor, apesar de mim.
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
'Antes que elas cresçam'
Antes que elas cresçam
"Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam."
Affonso Romano de Sant'Anna
sábado, 11 de agosto de 2012
Sua casa, seu abraço!
Procurando ideias pra área externa aqui de casa encontrei ambientes maravilhosos, relax e muito aconchegante.
A gente saiu do tradicional "churrasqueira + mesa externa" e estamos procurando alguma coisa mais com nosso jeito, até mesmo pq eu não sou muito fã de carne! Logo começarão as obras aqui em casa...rs
É tão bom a gente dedicar tempo para cuidar da nossa casa, deixar tudo aconchegante! As vezes custa pouco, um lindo vaso com flores, um jogo novo de taças e um bom vinho, um quadro, um porta retrato com foto de suas últimas férias, qualquer coisa que vocês gostem e que proporciona aquela sensação deliciosa de abraço, que só nossa casa tem!
Não é maravilhoso?
Chegar em casa depois de uma correria de trabalho, de pagar contas ou de fazer supermercado, abrir a porta e "ahhhh" que delícia...estou em casa!
Pode ser um chinelo fofo, um aromatizador de ambiente, seu cachorrinho limpinho, o espelho novo na parede ou uma flor no hall de entrada! Seja qual for sua preferência, deixe seu cantinho com sensação de abraço. Escolha o que mais combina com sua família e cuide dos detalhes de sua casa, isso proporciona uma sensação de renovo cada vez que chegamos no nosso lar!
Algumas imagens inspiradoras para vocês:
A gente saiu do tradicional "churrasqueira + mesa externa" e estamos procurando alguma coisa mais com nosso jeito, até mesmo pq eu não sou muito fã de carne! Logo começarão as obras aqui em casa...rs
É tão bom a gente dedicar tempo para cuidar da nossa casa, deixar tudo aconchegante! As vezes custa pouco, um lindo vaso com flores, um jogo novo de taças e um bom vinho, um quadro, um porta retrato com foto de suas últimas férias, qualquer coisa que vocês gostem e que proporciona aquela sensação deliciosa de abraço, que só nossa casa tem!
Não é maravilhoso?
Chegar em casa depois de uma correria de trabalho, de pagar contas ou de fazer supermercado, abrir a porta e "ahhhh" que delícia...estou em casa!
Pode ser um chinelo fofo, um aromatizador de ambiente, seu cachorrinho limpinho, o espelho novo na parede ou uma flor no hall de entrada! Seja qual for sua preferência, deixe seu cantinho com sensação de abraço. Escolha o que mais combina com sua família e cuide dos detalhes de sua casa, isso proporciona uma sensação de renovo cada vez que chegamos no nosso lar!
Algumas imagens inspiradoras para vocês:
quarta-feira, 11 de julho de 2012
FÉRIAS!
Pela primeira vez eu consegui parar nas férias!
Era sempre aquele esquema de correria, uma semana a mais na escola com recreação, uma semana na casa da avó, uma semana em casa com a babá e uma semana, meia boca com a mamãe que atendia telefone, respondia email, marcava uma reunião no meio de uma tarde!
Este ano a gente fez um cronograma e programação (é, não consegui perder o costume!) para os dias de férias! Tudo coisas simples como, tarde no parque de areia, tarde com os amigos em casa, noite do pijama na casa da tia, dia no parque da cidade, cinema, plantar feijão, fazer bolo, etc...
Todos os dias pensando neles, em brincar, encontrar os amigos e dias pra descansarem também!
Está sendo muito bom.
Dedicar tempo pra eles é construir a relação.
Sentar pra brincar de boneca e virar médica/cozinheira/bailarina ou cavar um túnel subterrâneo que vai te levar para a casa do Homem Aranha é o melhor investimento que a gente pode fazer.
A criança não precisa de muito! Isso é medida de adulto.
Criança precisa do simples, de pouco, mas ela é exigente. Não adianta 40 minutos brincando, mas com a cabeça no trabalho. Não valeu nem 10 segundos.
E se a gente lembrasse da transformação que podemos causar com tempo de qualidade (TEMPO + QUALIDADE) nos dedicaríamos mais para os pequenos.
Quando a gente fica perto, com dedicação, a mente e o coração a gente passa a ser exemplos de adultos.
Exemplo de comportamento, de cidadão.
Mas, quando se está longe, quando se troca o que é importante pelas urgências, quando fingimos estar por perto, mas com a cabeça beeeem longe, também somos exemplos de adultos. De um adulto que não se importa.
Mesmo quando você acha que não está escolhendo, já decidiu por algo. Racionalize suas escolhas. Decida! Não deixe o fluxo te levar....pode ser que no final você se encontre em um lugar onde jamais teria decidido chegar. Com gente que não escolheria por amigos.
É uma fase deliciosa. Crianças são especiais de mais.
Estão se formando, estão abertos para o aprendizado, são envolventes! É como uma terra fértil.
APROVEITE!
Plante amor, generosidade, Fé, alegria, abraços, bondade, amizade. Colha um cidadão do bem.
Férias é um momento especial para "adubar a terra". Dedique tempo para eles, se doe, sirva-os!
Aqui temos mais 2/3 das férias pela frente.
Tempo bom pra construir história nas lembranças dos filhos.
APROVEITEM.
Era sempre aquele esquema de correria, uma semana a mais na escola com recreação, uma semana na casa da avó, uma semana em casa com a babá e uma semana, meia boca com a mamãe que atendia telefone, respondia email, marcava uma reunião no meio de uma tarde!
Este ano a gente fez um cronograma e programação (é, não consegui perder o costume!) para os dias de férias! Tudo coisas simples como, tarde no parque de areia, tarde com os amigos em casa, noite do pijama na casa da tia, dia no parque da cidade, cinema, plantar feijão, fazer bolo, etc...
Todos os dias pensando neles, em brincar, encontrar os amigos e dias pra descansarem também!
Está sendo muito bom.
Dedicar tempo pra eles é construir a relação.
Sentar pra brincar de boneca e virar médica/cozinheira/bailarina ou cavar um túnel subterrâneo que vai te levar para a casa do Homem Aranha é o melhor investimento que a gente pode fazer.
A criança não precisa de muito! Isso é medida de adulto.
Criança precisa do simples, de pouco, mas ela é exigente. Não adianta 40 minutos brincando, mas com a cabeça no trabalho. Não valeu nem 10 segundos.
E se a gente lembrasse da transformação que podemos causar com tempo de qualidade (TEMPO + QUALIDADE) nos dedicaríamos mais para os pequenos.
Quando a gente fica perto, com dedicação, a mente e o coração a gente passa a ser exemplos de adultos.
Exemplo de comportamento, de cidadão.
Mas, quando se está longe, quando se troca o que é importante pelas urgências, quando fingimos estar por perto, mas com a cabeça beeeem longe, também somos exemplos de adultos. De um adulto que não se importa.
Mesmo quando você acha que não está escolhendo, já decidiu por algo. Racionalize suas escolhas. Decida! Não deixe o fluxo te levar....pode ser que no final você se encontre em um lugar onde jamais teria decidido chegar. Com gente que não escolheria por amigos.
É uma fase deliciosa. Crianças são especiais de mais.
Estão se formando, estão abertos para o aprendizado, são envolventes! É como uma terra fértil.
APROVEITE!
Plante amor, generosidade, Fé, alegria, abraços, bondade, amizade. Colha um cidadão do bem.
Férias é um momento especial para "adubar a terra". Dedique tempo para eles, se doe, sirva-os!
Aqui temos mais 2/3 das férias pela frente.
Tempo bom pra construir história nas lembranças dos filhos.
APROVEITEM.
sábado, 7 de julho de 2012
Você está aí?
"...eles estavam caminhando atentos, observavam os movimentos de todos, queriam descobrir onde estava o coelho.
Havia desaparecido há alguns dias, mas sabiam que estava por ali.
Pluft, ploft, plum!
Ouviu!? - Perguntou Don Giorny
O que? - Já atento e espantado respondeu Don Plinfisqui
De dentro de uma caixa, saltitando e cantarolando surge um sapo, falante e feliz.
Sapos falam!? Pensei que apenas os coelhos falassem. Quem mais entre vocês sabem nosso idioma!? Perguntou Giorny que já tirava sua máquina para registrar aquele momento único.
Seu idioma? Seria nosso idioma, certo? Não falamos sua linguagem, acontece que vocês, assim como os humanos, só entendem os animais quando querem falar com a gente ou quando não querem falar com ninguém de sua espécie..."
Trecho do livro: "Você está aí?"
Havia desaparecido há alguns dias, mas sabiam que estava por ali.
Pluft, ploft, plum!
Ouviu!? - Perguntou Don Giorny
O que? - Já atento e espantado respondeu Don Plinfisqui
De dentro de uma caixa, saltitando e cantarolando surge um sapo, falante e feliz.
Sapos falam!? Pensei que apenas os coelhos falassem. Quem mais entre vocês sabem nosso idioma!? Perguntou Giorny que já tirava sua máquina para registrar aquele momento único.
Seu idioma? Seria nosso idioma, certo? Não falamos sua linguagem, acontece que vocês, assim como os humanos, só entendem os animais quando querem falar com a gente ou quando não querem falar com ninguém de sua espécie..."
Trecho do livro: "Você está aí?"
sábado, 30 de junho de 2012
Dieta nota 10
NUNCA estive tão gorda como agora!
Nem pós parto. Affffff....ninguém merece.
Como diria uma amiga "PÁKABÁ".
Posso jogar a culpa num tratamento que estou terminando e os remédios aumentam o apetite, dificultam a digestão, prende o intestino o que aumenta o barrigão e te dá alguns kilos de brinde.
Quer mais, ou assim tá legal pra vc!?
Mas ele tem só uma partinha da culpa. Eu comi, me acabei em doces e parei de correr.
Fiquei quase um ano sedentária e ganhei muitos kilos. Só alguns vestidinhos e apenas 2 calças servem. São estas roupas que uso pois ME NEGO a comprar a numeração que tô precisando. É como se isso fosse me ajudar a lembrar que posso voltar a entrar nas roupitchas de antes, "capitche" ?!
Foi uma fase, o tratamento precisava ser feito, tive ganhos maravilhosos neste período e aprendi a me amar de qq forma. Forma oval, redonda, redondinha, redondona....risos...
Mas tá bom, né! Lição aprendida. Vamos pro próximo capítulo: Perder os muitos kilos ganho.
Quantos?
15 minha amiga! 15 kilos. MAIS do que ganhei na minha última gravidez.
E nasceu! Nasceu a vontade de colocar tudo em ordem aqui e vou usar o blog como apoio. Afinal, dividir as dificuldades e conquistas é sempre bom.
Já tinha ouvida falar do Dieta Nota 10. Algumas "Globais" utilizaram pra perder peso e pra se manterem nele.
O que mais gostei é que se trata de reeduação alimentar. Pode comer de tudo, em quantidades moderadas e preza pela qualidade dos alimentos.
Comprei o livro, você pode acessar o site aqui e conhecer o plano alimentar.
A Tabela das notas é importante, mas o fácil é que a nota é equivalente a metade do valor calórico. Um pão com 50 calorias são 25 notas ingeridas.
Se fizer exercícios 3 vezes por semana pode ingerir 50 notas a mais!
Minha dieta é de 550 notas. Difícil, mas possível.
Começando hoje. Vou colocar a evolução aqui.
Até o final do ano terei perdido 15 kilos e ganho mais saúde.
Vamos começar comigo?
Bjo
Nem pós parto. Affffff....ninguém merece.
Como diria uma amiga "PÁKABÁ".
Posso jogar a culpa num tratamento que estou terminando e os remédios aumentam o apetite, dificultam a digestão, prende o intestino o que aumenta o barrigão e te dá alguns kilos de brinde.
Quer mais, ou assim tá legal pra vc!?
Mas ele tem só uma partinha da culpa. Eu comi, me acabei em doces e parei de correr.
Fiquei quase um ano sedentária e ganhei muitos kilos. Só alguns vestidinhos e apenas 2 calças servem. São estas roupas que uso pois ME NEGO a comprar a numeração que tô precisando. É como se isso fosse me ajudar a lembrar que posso voltar a entrar nas roupitchas de antes, "capitche" ?!
Foi uma fase, o tratamento precisava ser feito, tive ganhos maravilhosos neste período e aprendi a me amar de qq forma. Forma oval, redonda, redondinha, redondona....risos...
Mas tá bom, né! Lição aprendida. Vamos pro próximo capítulo: Perder os muitos kilos ganho.
Quantos?
15 minha amiga! 15 kilos. MAIS do que ganhei na minha última gravidez.
E nasceu! Nasceu a vontade de colocar tudo em ordem aqui e vou usar o blog como apoio. Afinal, dividir as dificuldades e conquistas é sempre bom.
Já tinha ouvida falar do Dieta Nota 10. Algumas "Globais" utilizaram pra perder peso e pra se manterem nele.
O que mais gostei é que se trata de reeduação alimentar. Pode comer de tudo, em quantidades moderadas e preza pela qualidade dos alimentos.
Comprei o livro, você pode acessar o site aqui e conhecer o plano alimentar.
A Tabela das notas é importante, mas o fácil é que a nota é equivalente a metade do valor calórico. Um pão com 50 calorias são 25 notas ingeridas.
Se fizer exercícios 3 vezes por semana pode ingerir 50 notas a mais!
Minha dieta é de 550 notas. Difícil, mas possível.
Começando hoje. Vou colocar a evolução aqui.
Até o final do ano terei perdido 15 kilos e ganho mais saúde.
Vamos começar comigo?
Bjo
terça-feira, 5 de junho de 2012
conversa de criança
"Mãe, minha filha tá dormindo, vamos conversar bem baixinho pra ela não acordar, tá bom?"
"Tá bom filha! Qual bonequinha tá dormindo?"
"Nããããããããooooooo mãe.....elas são de verdade, não são bonecas!"
"Sim, eu sei... como se fossem de verdade, né!? Como se fossem igual a gente, só que de brincadeira!"
"Mãe, elas falam, comem, faz xixi e até dormem....Elas são de verdade!"
"É verdade filha! São de verdade!"
"Ihhhh....acordou, você falou muito alto mãe! Vou lá com ela. Fique aí tá mãe, já volto!"
#AMO
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