Uma vontade imensa de voltar aqui e escrever!
Semana passada estive com a Lili Ferrari em um evento que a gente organizou para os clientes e amigos da Agência Souto - Marcas Vivas, foi delicioso e me fez relembrar do querido Blog!
Tive que caçar aqui para encontrar a data da minha primeira postagem, que foi em Março de 2011😱
Mas, bons filhos sempre retornam ao lar. E cá estou eu novamente, no meu lugar de "conforto e confronto" para falar comigo mesma e com tantos outros que queiram ouvir.
Muita coisa aconteceu neste período todo, mas o Mulher & Mãe está aqui. Mais forte que nunca, mais convicta dos meus papéis e da delícia e dor que é poder ser quem sou, mesmo no dia ruim, da TPM, do perrengue! Ser quem é, é libertador.
Poder se auto conhecer, melhorar, evoluir, aceitar sua própria vulnerabilidade, conhecer seu lado "sombra" é o que chamaria de benção.
E #tamoaqui minha amiga!
#tamojunto e de volta as postagens.
Hoje passando rapidinho, para tirar o pó da casa e abrir a nova temporada!
Gratidão Lili, por me lembrar de como é bom ter um blog 💜
Foto do evento que comentei :*
terça-feira, 19 de setembro de 2017
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Fazendo a Festa. #Dicas
Princesa Ana fez 10 =)
Parece que foi outro dia... tá nem tão perto assim, mas convenhamos que 10 anos é um marco! E ainda da primogênita, tôvelha! emocionada.
Comemoração simples, avós e as amiguinhas dela.
Papel, tesoura, cola, reciclagem e tempo. Assim resumo a preparação da decoração.
Para você que tá pesquisando e elaborando a festa da filho (o) a dica inicial é: escolha o tema!
No meu caso: Scrapbook! Poderia ser personagens, qualquer coisa simples que você imprime da internet, aluga...mas pra que simplificar se podemos complicar elaborar!
Fui correr atrás da "estampa" principal e achei um papel de scrap que me apaixonei. Fundo de botões, lindo e bem o que a aniversariante estava querendo.
Bolei o convite, o logo/tema do aniversário (que o marido desenhou, claro!), desenhei no papel a mesa do parabéns, a disposição do que queria, fiz um check list para não perder o costume e comecei.
Dica importante: Faça o tema da festa de modo simples, que possa ser reproduzido no convite, nas tags e na decoração de um modo geral. Faça um check list de tudo o que precisará providenciar e calcule seu tempo para cada coisa.
Comprei botões, peguei potes de vidro, caixa de papelão, retalho de feltro, tecidos, comprei alguns papéis de seda e voilá! Decoração pronta.
O próximo passo (dica) foi reaproveitar o suporte de cupcakes, uma bandeja esquecida, e alguns recepientes do dia-a-dia, colocando o mesmo papel do convite e personalizando tudo! Fácil, barato e bonito.
Na hora de fazer os doces a dica principal é tempo! Faça com antecedência para não ficar dias lambendo colher de leite condensado e estressada de tanto enrolar docinhos.
Base simples: Manteiga + Leite Condensado + os sabores.
Aqui fiz estes:
chocolate meio amargo + ao leite (barra, ralado, derretido no microondas e misturado na massa principal)
gelatina de morango coberto com chocolate ralado.
chocolate branco, ralado, derretido. Coberto com granulado colorido.
E o docinho da vez, popcake, que fiz com base de baunilha + beijinho, coberto no ganache de chocolate preto.
Assim, só coisa light mesmo!
Fui fazendo e congelando. Dica boa, coloque na forminha, prontinho e só tire no dia, 3 horas antes da festa.
Pra fechar, chamei a amiga prendada para fazer o bolo, de pasta americana, cheio de botões e carretel de linha comestíveis! Ficou perfeito e delicioso e de brinde veio cupcakes que a filha fez com todo amor e cobertura tradicional, buttercream.
Fora as gordices também pensei nas brincadeiras.
A dica é óbvia, faça algo que a aniversariante goste!
Preparei uma oficina de artes. Caixinhas de mdf, tinta lavável, papel, retalhos, cola, gliter e muita alegria. Todas as crianças ficaram horas entretidas, e alguns adultos (eu, claro!) pintaram o 7!
Fizemos uma pinhata, em formato de botão, para o final da festa e fechamos com chave de bolo =)
Deixo algumas fotos.
Qualquer dúvida, deixe no comentário.
Boa Festa =) DIVIRTAM-SE!
Parece que foi outro dia... tá nem tão perto assim, mas convenhamos que 10 anos é um marco! E ainda da primogênita, tô
Comemoração simples, avós e as amiguinhas dela.
Papel, tesoura, cola, reciclagem e tempo. Assim resumo a preparação da decoração.
Para você que tá pesquisando e elaborando a festa da filho (o) a dica inicial é: escolha o tema!
No meu caso: Scrapbook! Poderia ser personagens, qualquer coisa simples que você imprime da internet, aluga...mas pra que simplificar se podemos
Fui correr atrás da "estampa" principal e achei um papel de scrap que me apaixonei. Fundo de botões, lindo e bem o que a aniversariante estava querendo.
Bolei o convite, o logo/tema do aniversário (que o marido desenhou, claro!), desenhei no papel a mesa do parabéns, a disposição do que queria, fiz um check list para não perder o costume e comecei.
Dica importante: Faça o tema da festa de modo simples, que possa ser reproduzido no convite, nas tags e na decoração de um modo geral. Faça um check list de tudo o que precisará providenciar e calcule seu tempo para cada coisa.
Comprei botões, peguei potes de vidro, caixa de papelão, retalho de feltro, tecidos, comprei alguns papéis de seda e voilá! Decoração pronta.
O próximo passo (dica) foi reaproveitar o suporte de cupcakes, uma bandeja esquecida, e alguns recepientes do dia-a-dia, colocando o mesmo papel do convite e personalizando tudo! Fácil, barato e bonito.
Na hora de fazer os doces a dica principal é tempo! Faça com antecedência para não ficar dias lambendo colher de leite condensado e estressada de tanto enrolar docinhos.
Base simples: Manteiga + Leite Condensado + os sabores.
Aqui fiz estes:
chocolate meio amargo + ao leite (barra, ralado, derretido no microondas e misturado na massa principal)
gelatina de morango coberto com chocolate ralado.
chocolate branco, ralado, derretido. Coberto com granulado colorido.
E o docinho da vez, popcake, que fiz com base de baunilha + beijinho, coberto no ganache de chocolate preto.
Assim, só coisa light mesmo!
Fui fazendo e congelando. Dica boa, coloque na forminha, prontinho e só tire no dia, 3 horas antes da festa.
Pra fechar, chamei a amiga prendada para fazer o bolo, de pasta americana, cheio de botões e carretel de linha comestíveis! Ficou perfeito e delicioso e de brinde veio cupcakes que a filha fez com todo amor e cobertura tradicional, buttercream.
Fora as gordices também pensei nas brincadeiras.
A dica é óbvia, faça algo que a aniversariante goste!
Preparei uma oficina de artes. Caixinhas de mdf, tinta lavável, papel, retalhos, cola, gliter e muita alegria. Todas as crianças ficaram horas entretidas, e alguns adultos (eu, claro!) pintaram o 7!
Fizemos uma pinhata, em formato de botão, para o final da festa e fechamos com chave de bolo =)
Deixo algumas fotos.
Qualquer dúvida, deixe no comentário.
Boa Festa =) DIVIRTAM-SE!
Etiquetas:
dicas,
dicas de decoração,
dicas de festa infantil,
faça você mesmo,
fácil de fazer,
fazendo a festa.,
feliz aniversário,
Festa,
organizando
quarta-feira, 20 de março de 2013
Ritalina, Fluoxetina e psicoestimulantes para crianças.
Começou com um bate papo no FB e indicação de uma querida para o tema aqui no blog. (obrigada Carol =)
É que depois da reportagem do Fantástico o tema ficou aguçado nas redes :)
Devemos lembrar que cada criança tem suas peculiaridades e que o diagnóstico é clínico e baseado no cotidiano, não existe um nivelamento numérico ou um marcador biológico para o comportamento, do tipo: levantar da carteira escolar até 5 vezes é "normal", a 6ª é indicação pra Ritalina!
Impaciência e falta de concentração, em si, não são suficientes para indicação medicamentosa, como explica melhor o Dr. Drauzio Vallera aqui.
Porém existe um Consenso Internacional Médico concordando que o TDAH é um distúrbio neorobiológico, de causa genética e que geralmente permanece durante a vida toda.
Li há algum tempo o livro No mundo da Lua, de Paulo Mattos, perguntas e respostas para você conhecer melhor o assunto. Também tem o Mentes Inquietas, da Ana Beatriz Barbosa Silva, super instrutivo. Para quem quiser ler sobre o tema, fica a dica.
O site da Associação Brasileira do Défict de Atenção é um ótimo lugar para você tirar suas dúvidas. Pode acessar clicando aqui.
Não tenho em casa ninguém que passou por este diagnóstico, não sei na minha pele o que é ou não dar psicoestimulantes para meus filhos. É necessário o diagnóstico feito por bons médicos e ter mais de uma opinião, já que o tratamento com o medicamento é uma decisão pessoal dos pais, não obrigatória.
Aqui no link do site do Instituto Paulista de Déficit de Atenção alguns especialistas respondem aos questionamentos básicos.
Creio que nós, mães, devemos ampliar nosso conhecimento específico de acordo com a demanda. Ler casos clínicos de pessoas que tomaram e dos que não, procurar falar com neuros, psiquiatras e mães que vivenciam diariamente este assunto e não ter medo de enfrentar nossa realidade, seja qual for. Fingir que nada está acontecendo não resolve, mesmo na dificuldade.
Mesmo com muita informação devemos lembrar que, não estamos aptas para diagnosticar ninguém.
Não sou à favor da banalização do diagnóstico e da rotulação! Preguiça de professor com aluno mais "ligado" não é indicativo de qualquer déficit.
Escola sem preparo e sem acompanhamento de psicólogos não é desculpa para indicação incoerente.
Negligência de mães por não aceitarem déficits de seus filhos, prejudicando o seu futuro e limitando suas escolhas no amanhã, não muda a realidade dos fatos.
Assim como o TDAH outro diagnóstico polêmico são os relacionados ao Transtorno de Ansiedade, afetando 10% das nossas crianças, com uma abrangência enorme de Transtornos específicos, como o transtorno de ansiedade de separação, social, pânico e outros.
Aqui você pode ler um artigo da Associação Brasileira de Psiquiatria, bem técnico e muito esclarecedor.
Dependendo do nível de ansiedade a indicação será para psiquiatria, o fluoxetina mencionado no título foi apenas uma citação, um dos mais comuns para crianças, mas existem vários outros componentes farmoquímicos disponíveis, a indicação vai depender da avaliação médica.
Também da Ana Beatriz, o livro Mentes Ansiosas é ótimo. Faz parte da biblioteca aqui de casa e indico.
Com um texto mais técnico, alguns autotestes e leitura ótima é o livro Livre de Ansiedade, do Leahy Robert L. Pra quem quiser ler e conhecer mais o tema, eis a dica!
Para ambos os casos, a psicoterapia é ótima ferramenta! Para crianças com os transtornos e seus pais, envolvidos diretamente.
Se você estiver passando por algo assim, não duvide, busque ajuda, mantenha a Fé e força!
Tudo na nossa vida são fases, mas o tempo por si só não cura, não melhora e não resolve as fases difíceis, por mais que nos sintamos impotentes quando envolvidos nestas situações, devemos agir.
Logo você estará mais forte e mais preparada e esta fase terá passado.
Espero ter colaborado, de alguma forma.
É que depois da reportagem do Fantástico o tema ficou aguçado nas redes :)
Devemos lembrar que cada criança tem suas peculiaridades e que o diagnóstico é clínico e baseado no cotidiano, não existe um nivelamento numérico ou um marcador biológico para o comportamento, do tipo: levantar da carteira escolar até 5 vezes é "normal", a 6ª é indicação pra Ritalina!
Impaciência e falta de concentração, em si, não são suficientes para indicação medicamentosa, como explica melhor o Dr. Drauzio Vallera aqui.
Porém existe um Consenso Internacional Médico concordando que o TDAH é um distúrbio neorobiológico, de causa genética e que geralmente permanece durante a vida toda.
Li há algum tempo o livro No mundo da Lua, de Paulo Mattos, perguntas e respostas para você conhecer melhor o assunto. Também tem o Mentes Inquietas, da Ana Beatriz Barbosa Silva, super instrutivo. Para quem quiser ler sobre o tema, fica a dica.
O site da Associação Brasileira do Défict de Atenção é um ótimo lugar para você tirar suas dúvidas. Pode acessar clicando aqui.
Não tenho em casa ninguém que passou por este diagnóstico, não sei na minha pele o que é ou não dar psicoestimulantes para meus filhos. É necessário o diagnóstico feito por bons médicos e ter mais de uma opinião, já que o tratamento com o medicamento é uma decisão pessoal dos pais, não obrigatória.
Aqui no link do site do Instituto Paulista de Déficit de Atenção alguns especialistas respondem aos questionamentos básicos.
Creio que nós, mães, devemos ampliar nosso conhecimento específico de acordo com a demanda. Ler casos clínicos de pessoas que tomaram e dos que não, procurar falar com neuros, psiquiatras e mães que vivenciam diariamente este assunto e não ter medo de enfrentar nossa realidade, seja qual for. Fingir que nada está acontecendo não resolve, mesmo na dificuldade.
Mesmo com muita informação devemos lembrar que, não estamos aptas para diagnosticar ninguém.
Não sou à favor da banalização do diagnóstico e da rotulação! Preguiça de professor com aluno mais "ligado" não é indicativo de qualquer déficit.
Escola sem preparo e sem acompanhamento de psicólogos não é desculpa para indicação incoerente.
Negligência de mães por não aceitarem déficits de seus filhos, prejudicando o seu futuro e limitando suas escolhas no amanhã, não muda a realidade dos fatos.
Assim como o TDAH outro diagnóstico polêmico são os relacionados ao Transtorno de Ansiedade, afetando 10% das nossas crianças, com uma abrangência enorme de Transtornos específicos, como o transtorno de ansiedade de separação, social, pânico e outros.
Aqui você pode ler um artigo da Associação Brasileira de Psiquiatria, bem técnico e muito esclarecedor.
Dependendo do nível de ansiedade a indicação será para psiquiatria, o fluoxetina mencionado no título foi apenas uma citação, um dos mais comuns para crianças, mas existem vários outros componentes farmoquímicos disponíveis, a indicação vai depender da avaliação médica.
Também da Ana Beatriz, o livro Mentes Ansiosas é ótimo. Faz parte da biblioteca aqui de casa e indico.
Com um texto mais técnico, alguns autotestes e leitura ótima é o livro Livre de Ansiedade, do Leahy Robert L. Pra quem quiser ler e conhecer mais o tema, eis a dica!
Para ambos os casos, a psicoterapia é ótima ferramenta! Para crianças com os transtornos e seus pais, envolvidos diretamente.
Se você estiver passando por algo assim, não duvide, busque ajuda, mantenha a Fé e força!
Tudo na nossa vida são fases, mas o tempo por si só não cura, não melhora e não resolve as fases difíceis, por mais que nos sintamos impotentes quando envolvidos nestas situações, devemos agir.
Logo você estará mais forte e mais preparada e esta fase terá passado.
Espero ter colaborado, de alguma forma.
terça-feira, 19 de março de 2013
Profissão, Mãe
Recebi uma atividade para fazer com minha filha caçula, 4 anos, com o seguinte título:
"Mamãe, escreva sobre sua profissão e nos envie uma foto de seu instrumento de trabalho."
Enviei o seguinte:
Podemos entender como profissão o trabalho ou atividade exercido na sociedade. Algumas profissões requerem conhecimentos e estudos, outras habilidades e algumas ambas as coisas!
No caso de mãe, tudo isso e um pouco mais. O que fazemos influencia diretamente e molda a sociedade como um todo.
É preciso ir atrás de conhecimento e treinar nossas habilidades, aplicando diariamente novas formas de fazer o velho, de um jeito melhor e personalizado!
Sim, isso por que cada filho requer algo específico, não é o tipo de "treinamento" padrão.
Temos que escutar, dedicar longas horas de conversa para passar nosso melhor lado, nossos valores, fé, princípios e tato, muito tato! O que se transforma em nossa principal ferramenta de trabalho: carinho em forma de beijos, abraços, ouvidos, mãos e um amor eterno.
Segue foto de meu principal instrumento de trabalho, com minha pequena filha Sara.
"Mamãe, escreva sobre sua profissão e nos envie uma foto de seu instrumento de trabalho."
Enviei o seguinte:
Podemos entender como profissão o trabalho ou atividade exercido na sociedade. Algumas profissões requerem conhecimentos e estudos, outras habilidades e algumas ambas as coisas!
No caso de mãe, tudo isso e um pouco mais. O que fazemos influencia diretamente e molda a sociedade como um todo.
É preciso ir atrás de conhecimento e treinar nossas habilidades, aplicando diariamente novas formas de fazer o velho, de um jeito melhor e personalizado!
Sim, isso por que cada filho requer algo específico, não é o tipo de "treinamento" padrão.
Temos que escutar, dedicar longas horas de conversa para passar nosso melhor lado, nossos valores, fé, princípios e tato, muito tato! O que se transforma em nossa principal ferramenta de trabalho: carinho em forma de beijos, abraços, ouvidos, mãos e um amor eterno.
Segue foto de meu principal instrumento de trabalho, com minha pequena filha Sara.
sexta-feira, 8 de março de 2013
Inclusão Escolar
Amei ter visto o Hang Out que rolou esta semana: "Inclusão escolar, sonho ou realidade" e conhecer histórias de famílias felizes, mesmo com as dificuldades.
Muita coisa é bem distante da minha realidade como mãe de 03, mas me identifiquei em várias outras como por exemplo a integração entre os irmãos, o acompanhamento intenso dos pais nos estudos e até mesmo a cobrança para com a escola por uma inclusão melhor.
Não tenho filhos portadores de necessidades especiais e não sei o que é lutar de fato por esta inclusão, por estrutura física e capacitação de profissionais que entendam o desenvolvimento cognitivo, físico e psíquico, que saibam lidar e incluír o aluno especial no contexto do aluno não portador de qualquer necessidade especial. Não, não sei o que é isso. Mas como mãe sei o que é ter participação ativa na escola (instituição) e na vida escolar de meus filhos, o que é ter que deixar tudo por um tempo e se dedicar na formação das vidas mais importantes que temos, com um olhar muito mais abrangente que grade curricular, considerando os valores passados em sala de aula, o senso de cidadania da escola e a sensibilidade (ou falta dela) do professor.
Constatei, por minha experiência, que falta inclusão de massa, do básico.
Inclusão do gordinho, do bravinho, da altona e de tantos outro rótulos que surgem da própria escola, em sala de aula, do próprio professor que exclui alguns e cria nichos dividindo a classe.
Situação esta que venho acompanhando de perto e vivendo na pele de mãe. Professor rotula aluno, causa constrangimento em classe e provoca reação infantil e imatura (ups!) de uma criança (redundância!?).
Sonho com inclusão escolar para todos.
Para que os portadores de necessidades especiais tenham lugar apropriado para o estudo, aprendizado e desenvolvimento social encontrando na instituição boa estrutura e bom coração.
Falta tato nos formadores de opinão, nos líderes de escola e no governo para criar harmonia e sinergia.
Esta tem sido minha experiência. Torço para que a sua seja melhor.
Muita coisa é bem distante da minha realidade como mãe de 03, mas me identifiquei em várias outras como por exemplo a integração entre os irmãos, o acompanhamento intenso dos pais nos estudos e até mesmo a cobrança para com a escola por uma inclusão melhor.
Não tenho filhos portadores de necessidades especiais e não sei o que é lutar de fato por esta inclusão, por estrutura física e capacitação de profissionais que entendam o desenvolvimento cognitivo, físico e psíquico, que saibam lidar e incluír o aluno especial no contexto do aluno não portador de qualquer necessidade especial. Não, não sei o que é isso. Mas como mãe sei o que é ter participação ativa na escola (instituição) e na vida escolar de meus filhos, o que é ter que deixar tudo por um tempo e se dedicar na formação das vidas mais importantes que temos, com um olhar muito mais abrangente que grade curricular, considerando os valores passados em sala de aula, o senso de cidadania da escola e a sensibilidade (ou falta dela) do professor.
Constatei, por minha experiência, que falta inclusão de massa, do básico.
Inclusão do gordinho, do bravinho, da altona e de tantos outro rótulos que surgem da própria escola, em sala de aula, do próprio professor que exclui alguns e cria nichos dividindo a classe.
Situação esta que venho acompanhando de perto e vivendo na pele de mãe. Professor rotula aluno, causa constrangimento em classe e provoca reação infantil e imatura (ups!) de uma criança (redundância!?).
Sonho com inclusão escolar para todos.
Para que os portadores de necessidades especiais tenham lugar apropriado para o estudo, aprendizado e desenvolvimento social encontrando na instituição boa estrutura e bom coração.
Falta tato nos formadores de opinão, nos líderes de escola e no governo para criar harmonia e sinergia.
Esta tem sido minha experiência. Torço para que a sua seja melhor.
sexta-feira, 1 de março de 2013
Platão estava certo!
Estava longe e por perto, sem postar por alguns meses mas na blogosfera.
Nestes meses de navegante, lendo algumas publicações, relatos e desabafos vi o quão latente é a busca pelo equilíbrio da mãe e mulher em cada uma de nós.
Carreira e cuidados. O eu, você e nós.
São escolhas diárias entre o que queremos fazer, o que precisa ser feito e o que é (ou deveria ser) inegociável.
Parece que a "fórmula" está na dosagem de cada faceta que existe em nós. Mulher, Mãe, Profissional, Amiga, etc....etc...
Já dizia o filósofo Platão:
"A saúde é o resultado do equilíbrio das partes na sua relação com o todo"
Concordo com ele, o equilíbrio gera saúde. Os extremos adoece.
Neste pensamento de cuidados com você mesma, com seus filhos, família, carreira, conhecimento interno e externo, sociedade, coletivo é que volto nas postagens de 2013.
Fique por perto :)
Bjo
Dri Souto
Nestes meses de navegante, lendo algumas publicações, relatos e desabafos vi o quão latente é a busca pelo equilíbrio da mãe e mulher em cada uma de nós.
Carreira e cuidados. O eu, você e nós.
São escolhas diárias entre o que queremos fazer, o que precisa ser feito e o que é (ou deveria ser) inegociável.
Parece que a "fórmula" está na dosagem de cada faceta que existe em nós. Mulher, Mãe, Profissional, Amiga, etc....etc...
Já dizia o filósofo Platão:
"A saúde é o resultado do equilíbrio das partes na sua relação com o todo"
Concordo com ele, o equilíbrio gera saúde. Os extremos adoece.
Neste pensamento de cuidados com você mesma, com seus filhos, família, carreira, conhecimento interno e externo, sociedade, coletivo é que volto nas postagens de 2013.
Fique por perto :)
Bjo
Dri Souto
Etiquetas:
equilíbrio,
filosofia,
mães,
mulheres,
platão
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
#semtrabalhoinfantil
Super feliz pelo convite para a BC! Assuntos relacionados com a infância me mobilizam e poder dar esta pequena colaboração é um prazer! Valeu Sam e Aline pela lembrança e convite!
No começo do ano passado participei de um trabalho voluntário no Vale do Jequitinhonha. Fomos em algumas cidades e depois de andar bastante tínhamos uma missão especial. Iríamos visitar uma pequena cidade, de três ou quatro ruas, aonde todos trabalhavam com cerâmica.
O pó que o carro levantou ao entrar na rua principal, chamou atenção dos que estavam por perto.
Uma paisagem cinza. Terra seca. Pequenas casinhas cobertas com uma mistura feita de pedras, feno/palhas e esterco. O fogão pra fora da casa, o cachorro e galinha andando pelos diferentes "cantos" da cidade foi a paisagem que nos deu boas vindas.
Na primeira casa que entro (sem nada dentro) vejo algumas crianças sentadas no chão, com martelos nas mãos quebrando pedras para fazer o pó da cerâmica, típica da região.
Sem camiseta, só com uma bermuda e um olhar bastante sério. Um silêncio de risadas e brincadeiras, não se tinha o som infantil tão familiar aos meus ouvidos, escutávamos apenas o martelar!
Os pequenos continuavam o trabalho, seriamente. Eu fui logo para o fundo da casa, havia uma pequena porta e caminhei tentando sair antes que eles percebessem minhas lágrimas!
Engoli o choro e fui conversar com os pequenos habitantes, passar um tempo enriquecedor com aquelas crianças tão "adultas", tão carentes, tão solidárias, tão esquecidas...
Nesta cidade não havia escola, pequenos mercados, posto de saúde, farmácia. Nada! Havia apenas uma igreja, o que deixava muito claro que a força daquela gente vinha da Fé!
Um ônibus passava na rodovia 1 vez ao dia, 3 vezes por semana, para levar as pessoas para uma cidade maior. Mas as crianças não iam estudar, nem mesmo subiam no ônibus para ir até a praça da "cidade grande" brincar!
O que vi foi mais ou menos como esta imagem:
Isso me marcou e é um ponto que gostaria de abordar no debate. Pra mim, o que mais caracteriza o trabalho infantil no Brasil é a desigualdade social e cultural.
A Constituição Federal proíbe, abrindo pequenas exceções bastante específica para o "pequeno aprendiz", temos também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tem a ratificação da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho e tantas outras obrigatoriedades da Lei.
Já ouviu falar que "Na prática a Teoria é outra"? Na minha opinião é o que acontece em grande escala no nosso país.
Uma cultura e um hábito familiar que vai passando de geração em geração, de ir incluindo o filho e a filha no trabalho da família, no comércio de cerâmica da cidade, na roça, no balcão da padaria, no semáforo, nas esquinas.
Vezes com olhar de exploração, nítida e com toda a consciência que possui, sem pesares.
Outras com ar de orgulho, de missão cumprida por passar para o filho o conhecimento de mecânica (exemplificando) que este pai tinha e agora pertence ao pequeno Júnior da família.
Problema cultural, de aceitação e permissão de todos. Do que vende ao que compra.
Do que fala, propõe mudanças no governo ao que se cala. De todos nós!
Proponho a clareza de informações que em casos como os relatados acima só funcionam com soluções no café da manhã, almoço e jantar. Escolas públicas estruturadas. Postinho de saúde decente, emprego e conhecimento profissionalisante para este pai e mãe!
O que pode ser amplo e subjetivo de mais e resultar em nada. Afinal, isso não é coisa minha, é do governo. Certo!?
Errado!
É minha se eu estender minhas mãos e fazer minha parte, na medida da minha força e passar esta ideia pra os que me rodeiam (e a internet faz essa roda ficar gigante).
Aí o assunto vira nosso, é da nossa conta a criança da cidade, do meu bairro, da cidade vizinha. Sempre existe alguém que podemos ajudar.
E pra levantar um pouco a poeira, o que falar do trabalho infantil que dá méritos, status, muita grana e destaque na sociedade?
Esse pode? Esse a gente aceita, né! É legal! Cool!
Poucos questionam, são tão lindinhos e talentosos que é quase "natural" eles estarem lá na telinha, palcos e telona.
São crianças que recebem pressões, estão mudando o foco da infância, trocando valores, sofrendo estímulos desnecessários, levando-os ao stress e desgaste emocional, psicológico.
É o outro lado da desigualdade Brasileira, o lado que faz muitos aplaudirem, que colocam "likes" e rotulam estes pequenos como sendo melhores, alvos, espelhos.
E o que eles estão refletindo?? Merchandising de empresas que estão nem aí pra situação infantil no Brasil. Que com o dinheiro gasto em um mês de anúncio no Carrosel ajudaria a mudar a realidade de muita gente.
O que temos construído?
Aceitam valores impostos pelo habitual sem questionar.
Compramos bala na rua, damos gorjeta, pagamos os impostos e pronto! Culpa do governo. Tô fazendo minha parte.
Contratamos o elenco do Carrosel pra festa de aniversário do filho, estoco fisher price em casa e lamento a dor da África. Afinal, tá tão longe!
E a criança da minha e da tua casa? Tem curtido a infância que ela tem direito a ter? Temos passado a simplicidade de estar com o outro, de curtir a vida, as pessoas e não as coisas? Temos lutado em casa pra diminuir a desigualdade ou usamos até o limite dos cartões de crédito só pra mostrar o que meus filhos podem ter e vestir?
Será que com nossas atitudes eles, nossos filhos, serão adultos que um dia vão se importar, ajudar e falar pra todos ouvirem: É DA MINHA CONTA!!
Eu digo não para todo trabalho infantil.
Digo não para a desigualdade social e me esforço para manter o foco no amor, que vem de Deus, passar o bem pros meus filhos e estender a mão ao próximo.
Pratico o desapego (sim...as vezes com dificuldade, porém praticado!) dos melhores brinquedos que eles já não usam, de uma quantidade de dinheiro e de tempo, para ajudar.
Tenho uma porção de falhas e posso melhorar muito ainda, espero não perder o foco e continuar espalhando o bem e o amor, apesar de mim.
No começo do ano passado participei de um trabalho voluntário no Vale do Jequitinhonha. Fomos em algumas cidades e depois de andar bastante tínhamos uma missão especial. Iríamos visitar uma pequena cidade, de três ou quatro ruas, aonde todos trabalhavam com cerâmica.
O pó que o carro levantou ao entrar na rua principal, chamou atenção dos que estavam por perto.
Uma paisagem cinza. Terra seca. Pequenas casinhas cobertas com uma mistura feita de pedras, feno/palhas e esterco. O fogão pra fora da casa, o cachorro e galinha andando pelos diferentes "cantos" da cidade foi a paisagem que nos deu boas vindas.
Na primeira casa que entro (sem nada dentro) vejo algumas crianças sentadas no chão, com martelos nas mãos quebrando pedras para fazer o pó da cerâmica, típica da região.
Sem camiseta, só com uma bermuda e um olhar bastante sério. Um silêncio de risadas e brincadeiras, não se tinha o som infantil tão familiar aos meus ouvidos, escutávamos apenas o martelar!
Os pequenos continuavam o trabalho, seriamente. Eu fui logo para o fundo da casa, havia uma pequena porta e caminhei tentando sair antes que eles percebessem minhas lágrimas!
Engoli o choro e fui conversar com os pequenos habitantes, passar um tempo enriquecedor com aquelas crianças tão "adultas", tão carentes, tão solidárias, tão esquecidas...
Nesta cidade não havia escola, pequenos mercados, posto de saúde, farmácia. Nada! Havia apenas uma igreja, o que deixava muito claro que a força daquela gente vinha da Fé!
Um ônibus passava na rodovia 1 vez ao dia, 3 vezes por semana, para levar as pessoas para uma cidade maior. Mas as crianças não iam estudar, nem mesmo subiam no ônibus para ir até a praça da "cidade grande" brincar!
O que vi foi mais ou menos como esta imagem:
Isso me marcou e é um ponto que gostaria de abordar no debate. Pra mim, o que mais caracteriza o trabalho infantil no Brasil é a desigualdade social e cultural.
A Constituição Federal proíbe, abrindo pequenas exceções bastante específica para o "pequeno aprendiz", temos também o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), tem a ratificação da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho e tantas outras obrigatoriedades da Lei.
Já ouviu falar que "Na prática a Teoria é outra"? Na minha opinião é o que acontece em grande escala no nosso país.
Uma cultura e um hábito familiar que vai passando de geração em geração, de ir incluindo o filho e a filha no trabalho da família, no comércio de cerâmica da cidade, na roça, no balcão da padaria, no semáforo, nas esquinas.
Vezes com olhar de exploração, nítida e com toda a consciência que possui, sem pesares.
Outras com ar de orgulho, de missão cumprida por passar para o filho o conhecimento de mecânica (exemplificando) que este pai tinha e agora pertence ao pequeno Júnior da família.
Problema cultural, de aceitação e permissão de todos. Do que vende ao que compra.
Do que fala, propõe mudanças no governo ao que se cala. De todos nós!
Proponho a clareza de informações que em casos como os relatados acima só funcionam com soluções no café da manhã, almoço e jantar. Escolas públicas estruturadas. Postinho de saúde decente, emprego e conhecimento profissionalisante para este pai e mãe!
O que pode ser amplo e subjetivo de mais e resultar em nada. Afinal, isso não é coisa minha, é do governo. Certo!?
Errado!
É minha se eu estender minhas mãos e fazer minha parte, na medida da minha força e passar esta ideia pra os que me rodeiam (e a internet faz essa roda ficar gigante).
Aí o assunto vira nosso, é da nossa conta a criança da cidade, do meu bairro, da cidade vizinha. Sempre existe alguém que podemos ajudar.
E pra levantar um pouco a poeira, o que falar do trabalho infantil que dá méritos, status, muita grana e destaque na sociedade?
Esse pode? Esse a gente aceita, né! É legal! Cool!
Poucos questionam, são tão lindinhos e talentosos que é quase "natural" eles estarem lá na telinha, palcos e telona.
São crianças que recebem pressões, estão mudando o foco da infância, trocando valores, sofrendo estímulos desnecessários, levando-os ao stress e desgaste emocional, psicológico.
É o outro lado da desigualdade Brasileira, o lado que faz muitos aplaudirem, que colocam "likes" e rotulam estes pequenos como sendo melhores, alvos, espelhos.
E o que eles estão refletindo?? Merchandising de empresas que estão nem aí pra situação infantil no Brasil. Que com o dinheiro gasto em um mês de anúncio no Carrosel ajudaria a mudar a realidade de muita gente.
O que temos construído?
Aceitam valores impostos pelo habitual sem questionar.
Compramos bala na rua, damos gorjeta, pagamos os impostos e pronto! Culpa do governo. Tô fazendo minha parte.
Contratamos o elenco do Carrosel pra festa de aniversário do filho, estoco fisher price em casa e lamento a dor da África. Afinal, tá tão longe!
E a criança da minha e da tua casa? Tem curtido a infância que ela tem direito a ter? Temos passado a simplicidade de estar com o outro, de curtir a vida, as pessoas e não as coisas? Temos lutado em casa pra diminuir a desigualdade ou usamos até o limite dos cartões de crédito só pra mostrar o que meus filhos podem ter e vestir?
Será que com nossas atitudes eles, nossos filhos, serão adultos que um dia vão se importar, ajudar e falar pra todos ouvirem: É DA MINHA CONTA!!
Eu digo não para todo trabalho infantil.
Digo não para a desigualdade social e me esforço para manter o foco no amor, que vem de Deus, passar o bem pros meus filhos e estender a mão ao próximo.
Pratico o desapego (sim...as vezes com dificuldade, porém praticado!) dos melhores brinquedos que eles já não usam, de uma quantidade de dinheiro e de tempo, para ajudar.
Tenho uma porção de falhas e posso melhorar muito ainda, espero não perder o foco e continuar espalhando o bem e o amor, apesar de mim.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
'Antes que elas cresçam'
Antes que elas cresçam
"Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam."
Affonso Romano de Sant'Anna
sábado, 11 de agosto de 2012
Sua casa, seu abraço!
Procurando ideias pra área externa aqui de casa encontrei ambientes maravilhosos, relax e muito aconchegante.
A gente saiu do tradicional "churrasqueira + mesa externa" e estamos procurando alguma coisa mais com nosso jeito, até mesmo pq eu não sou muito fã de carne! Logo começarão as obras aqui em casa...rs
É tão bom a gente dedicar tempo para cuidar da nossa casa, deixar tudo aconchegante! As vezes custa pouco, um lindo vaso com flores, um jogo novo de taças e um bom vinho, um quadro, um porta retrato com foto de suas últimas férias, qualquer coisa que vocês gostem e que proporciona aquela sensação deliciosa de abraço, que só nossa casa tem!
Não é maravilhoso?
Chegar em casa depois de uma correria de trabalho, de pagar contas ou de fazer supermercado, abrir a porta e "ahhhh" que delícia...estou em casa!
Pode ser um chinelo fofo, um aromatizador de ambiente, seu cachorrinho limpinho, o espelho novo na parede ou uma flor no hall de entrada! Seja qual for sua preferência, deixe seu cantinho com sensação de abraço. Escolha o que mais combina com sua família e cuide dos detalhes de sua casa, isso proporciona uma sensação de renovo cada vez que chegamos no nosso lar!
Algumas imagens inspiradoras para vocês:
A gente saiu do tradicional "churrasqueira + mesa externa" e estamos procurando alguma coisa mais com nosso jeito, até mesmo pq eu não sou muito fã de carne! Logo começarão as obras aqui em casa...rs
É tão bom a gente dedicar tempo para cuidar da nossa casa, deixar tudo aconchegante! As vezes custa pouco, um lindo vaso com flores, um jogo novo de taças e um bom vinho, um quadro, um porta retrato com foto de suas últimas férias, qualquer coisa que vocês gostem e que proporciona aquela sensação deliciosa de abraço, que só nossa casa tem!
Não é maravilhoso?
Chegar em casa depois de uma correria de trabalho, de pagar contas ou de fazer supermercado, abrir a porta e "ahhhh" que delícia...estou em casa!
Pode ser um chinelo fofo, um aromatizador de ambiente, seu cachorrinho limpinho, o espelho novo na parede ou uma flor no hall de entrada! Seja qual for sua preferência, deixe seu cantinho com sensação de abraço. Escolha o que mais combina com sua família e cuide dos detalhes de sua casa, isso proporciona uma sensação de renovo cada vez que chegamos no nosso lar!
Algumas imagens inspiradoras para vocês:
quarta-feira, 11 de julho de 2012
FÉRIAS!
Pela primeira vez eu consegui parar nas férias!
Era sempre aquele esquema de correria, uma semana a mais na escola com recreação, uma semana na casa da avó, uma semana em casa com a babá e uma semana, meia boca com a mamãe que atendia telefone, respondia email, marcava uma reunião no meio de uma tarde!
Este ano a gente fez um cronograma e programação (é, não consegui perder o costume!) para os dias de férias! Tudo coisas simples como, tarde no parque de areia, tarde com os amigos em casa, noite do pijama na casa da tia, dia no parque da cidade, cinema, plantar feijão, fazer bolo, etc...
Todos os dias pensando neles, em brincar, encontrar os amigos e dias pra descansarem também!
Está sendo muito bom.
Dedicar tempo pra eles é construir a relação.
Sentar pra brincar de boneca e virar médica/cozinheira/bailarina ou cavar um túnel subterrâneo que vai te levar para a casa do Homem Aranha é o melhor investimento que a gente pode fazer.
A criança não precisa de muito! Isso é medida de adulto.
Criança precisa do simples, de pouco, mas ela é exigente. Não adianta 40 minutos brincando, mas com a cabeça no trabalho. Não valeu nem 10 segundos.
E se a gente lembrasse da transformação que podemos causar com tempo de qualidade (TEMPO + QUALIDADE) nos dedicaríamos mais para os pequenos.
Quando a gente fica perto, com dedicação, a mente e o coração a gente passa a ser exemplos de adultos.
Exemplo de comportamento, de cidadão.
Mas, quando se está longe, quando se troca o que é importante pelas urgências, quando fingimos estar por perto, mas com a cabeça beeeem longe, também somos exemplos de adultos. De um adulto que não se importa.
Mesmo quando você acha que não está escolhendo, já decidiu por algo. Racionalize suas escolhas. Decida! Não deixe o fluxo te levar....pode ser que no final você se encontre em um lugar onde jamais teria decidido chegar. Com gente que não escolheria por amigos.
É uma fase deliciosa. Crianças são especiais de mais.
Estão se formando, estão abertos para o aprendizado, são envolventes! É como uma terra fértil.
APROVEITE!
Plante amor, generosidade, Fé, alegria, abraços, bondade, amizade. Colha um cidadão do bem.
Férias é um momento especial para "adubar a terra". Dedique tempo para eles, se doe, sirva-os!
Aqui temos mais 2/3 das férias pela frente.
Tempo bom pra construir história nas lembranças dos filhos.
APROVEITEM.
Era sempre aquele esquema de correria, uma semana a mais na escola com recreação, uma semana na casa da avó, uma semana em casa com a babá e uma semana, meia boca com a mamãe que atendia telefone, respondia email, marcava uma reunião no meio de uma tarde!
Este ano a gente fez um cronograma e programação (é, não consegui perder o costume!) para os dias de férias! Tudo coisas simples como, tarde no parque de areia, tarde com os amigos em casa, noite do pijama na casa da tia, dia no parque da cidade, cinema, plantar feijão, fazer bolo, etc...
Todos os dias pensando neles, em brincar, encontrar os amigos e dias pra descansarem também!
Está sendo muito bom.
Dedicar tempo pra eles é construir a relação.
Sentar pra brincar de boneca e virar médica/cozinheira/bailarina ou cavar um túnel subterrâneo que vai te levar para a casa do Homem Aranha é o melhor investimento que a gente pode fazer.
A criança não precisa de muito! Isso é medida de adulto.
Criança precisa do simples, de pouco, mas ela é exigente. Não adianta 40 minutos brincando, mas com a cabeça no trabalho. Não valeu nem 10 segundos.
E se a gente lembrasse da transformação que podemos causar com tempo de qualidade (TEMPO + QUALIDADE) nos dedicaríamos mais para os pequenos.
Quando a gente fica perto, com dedicação, a mente e o coração a gente passa a ser exemplos de adultos.
Exemplo de comportamento, de cidadão.
Mas, quando se está longe, quando se troca o que é importante pelas urgências, quando fingimos estar por perto, mas com a cabeça beeeem longe, também somos exemplos de adultos. De um adulto que não se importa.
Mesmo quando você acha que não está escolhendo, já decidiu por algo. Racionalize suas escolhas. Decida! Não deixe o fluxo te levar....pode ser que no final você se encontre em um lugar onde jamais teria decidido chegar. Com gente que não escolheria por amigos.
É uma fase deliciosa. Crianças são especiais de mais.
Estão se formando, estão abertos para o aprendizado, são envolventes! É como uma terra fértil.
APROVEITE!
Plante amor, generosidade, Fé, alegria, abraços, bondade, amizade. Colha um cidadão do bem.
Férias é um momento especial para "adubar a terra". Dedique tempo para eles, se doe, sirva-os!
Aqui temos mais 2/3 das férias pela frente.
Tempo bom pra construir história nas lembranças dos filhos.
APROVEITEM.
sábado, 7 de julho de 2012
Você está aí?
"...eles estavam caminhando atentos, observavam os movimentos de todos, queriam descobrir onde estava o coelho.
Havia desaparecido há alguns dias, mas sabiam que estava por ali.
Pluft, ploft, plum!
Ouviu!? - Perguntou Don Giorny
O que? - Já atento e espantado respondeu Don Plinfisqui
De dentro de uma caixa, saltitando e cantarolando surge um sapo, falante e feliz.
Sapos falam!? Pensei que apenas os coelhos falassem. Quem mais entre vocês sabem nosso idioma!? Perguntou Giorny que já tirava sua máquina para registrar aquele momento único.
Seu idioma? Seria nosso idioma, certo? Não falamos sua linguagem, acontece que vocês, assim como os humanos, só entendem os animais quando querem falar com a gente ou quando não querem falar com ninguém de sua espécie..."
Trecho do livro: "Você está aí?"
Havia desaparecido há alguns dias, mas sabiam que estava por ali.
Pluft, ploft, plum!
Ouviu!? - Perguntou Don Giorny
O que? - Já atento e espantado respondeu Don Plinfisqui
De dentro de uma caixa, saltitando e cantarolando surge um sapo, falante e feliz.
Sapos falam!? Pensei que apenas os coelhos falassem. Quem mais entre vocês sabem nosso idioma!? Perguntou Giorny que já tirava sua máquina para registrar aquele momento único.
Seu idioma? Seria nosso idioma, certo? Não falamos sua linguagem, acontece que vocês, assim como os humanos, só entendem os animais quando querem falar com a gente ou quando não querem falar com ninguém de sua espécie..."
Trecho do livro: "Você está aí?"
sábado, 30 de junho de 2012
Dieta nota 10
NUNCA estive tão gorda como agora!
Nem pós parto. Affffff....ninguém merece.
Como diria uma amiga "PÁKABÁ".
Posso jogar a culpa num tratamento que estou terminando e os remédios aumentam o apetite, dificultam a digestão, prende o intestino o que aumenta o barrigão e te dá alguns kilos de brinde.
Quer mais, ou assim tá legal pra vc!?
Mas ele tem só uma partinha da culpa. Eu comi, me acabei em doces e parei de correr.
Fiquei quase um ano sedentária e ganhei muitos kilos. Só alguns vestidinhos e apenas 2 calças servem. São estas roupas que uso pois ME NEGO a comprar a numeração que tô precisando. É como se isso fosse me ajudar a lembrar que posso voltar a entrar nas roupitchas de antes, "capitche" ?!
Foi uma fase, o tratamento precisava ser feito, tive ganhos maravilhosos neste período e aprendi a me amar de qq forma. Forma oval, redonda, redondinha, redondona....risos...
Mas tá bom, né! Lição aprendida. Vamos pro próximo capítulo: Perder os muitos kilos ganho.
Quantos?
15 minha amiga! 15 kilos. MAIS do que ganhei na minha última gravidez.
E nasceu! Nasceu a vontade de colocar tudo em ordem aqui e vou usar o blog como apoio. Afinal, dividir as dificuldades e conquistas é sempre bom.
Já tinha ouvida falar do Dieta Nota 10. Algumas "Globais" utilizaram pra perder peso e pra se manterem nele.
O que mais gostei é que se trata de reeduação alimentar. Pode comer de tudo, em quantidades moderadas e preza pela qualidade dos alimentos.
Comprei o livro, você pode acessar o site aqui e conhecer o plano alimentar.
A Tabela das notas é importante, mas o fácil é que a nota é equivalente a metade do valor calórico. Um pão com 50 calorias são 25 notas ingeridas.
Se fizer exercícios 3 vezes por semana pode ingerir 50 notas a mais!
Minha dieta é de 550 notas. Difícil, mas possível.
Começando hoje. Vou colocar a evolução aqui.
Até o final do ano terei perdido 15 kilos e ganho mais saúde.
Vamos começar comigo?
Bjo
Nem pós parto. Affffff....ninguém merece.
Como diria uma amiga "PÁKABÁ".
Posso jogar a culpa num tratamento que estou terminando e os remédios aumentam o apetite, dificultam a digestão, prende o intestino o que aumenta o barrigão e te dá alguns kilos de brinde.
Quer mais, ou assim tá legal pra vc!?
Mas ele tem só uma partinha da culpa. Eu comi, me acabei em doces e parei de correr.
Fiquei quase um ano sedentária e ganhei muitos kilos. Só alguns vestidinhos e apenas 2 calças servem. São estas roupas que uso pois ME NEGO a comprar a numeração que tô precisando. É como se isso fosse me ajudar a lembrar que posso voltar a entrar nas roupitchas de antes, "capitche" ?!
Foi uma fase, o tratamento precisava ser feito, tive ganhos maravilhosos neste período e aprendi a me amar de qq forma. Forma oval, redonda, redondinha, redondona....risos...
Mas tá bom, né! Lição aprendida. Vamos pro próximo capítulo: Perder os muitos kilos ganho.
Quantos?
15 minha amiga! 15 kilos. MAIS do que ganhei na minha última gravidez.
E nasceu! Nasceu a vontade de colocar tudo em ordem aqui e vou usar o blog como apoio. Afinal, dividir as dificuldades e conquistas é sempre bom.
Já tinha ouvida falar do Dieta Nota 10. Algumas "Globais" utilizaram pra perder peso e pra se manterem nele.
O que mais gostei é que se trata de reeduação alimentar. Pode comer de tudo, em quantidades moderadas e preza pela qualidade dos alimentos.
Comprei o livro, você pode acessar o site aqui e conhecer o plano alimentar.
A Tabela das notas é importante, mas o fácil é que a nota é equivalente a metade do valor calórico. Um pão com 50 calorias são 25 notas ingeridas.
Se fizer exercícios 3 vezes por semana pode ingerir 50 notas a mais!
Minha dieta é de 550 notas. Difícil, mas possível.
Começando hoje. Vou colocar a evolução aqui.
Até o final do ano terei perdido 15 kilos e ganho mais saúde.
Vamos começar comigo?
Bjo
terça-feira, 5 de junho de 2012
conversa de criança
"Mãe, minha filha tá dormindo, vamos conversar bem baixinho pra ela não acordar, tá bom?"
"Tá bom filha! Qual bonequinha tá dormindo?"
"Nããããããããooooooo mãe.....elas são de verdade, não são bonecas!"
"Sim, eu sei... como se fossem de verdade, né!? Como se fossem igual a gente, só que de brincadeira!"
"Mãe, elas falam, comem, faz xixi e até dormem....Elas são de verdade!"
"É verdade filha! São de verdade!"
"Ihhhh....acordou, você falou muito alto mãe! Vou lá com ela. Fique aí tá mãe, já volto!"
#AMO
domingo, 3 de junho de 2012
A culpa é da mãe!
Tá pensando que é só você que pode sofrer de Estress!? Seu filho também pode ser pego por ele.
Isto é bastante sério e causa um desgaste grande no físico e na mente, depois leva bastante tempo pra voltar a energia do corpo como antes.
De acordo com o psiquiatra Edson Saggese, professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, “crianças podem ter reações físicas e mentais, associadas à ansiedade – que convencionou-se chamar de estresse. No entanto, o mesmo evento pode repercutir de maneira diferente em cada criança, de acordo com sua idade, capacidade de elaboração e a maneira como os pais conduziram a questão”.
Tanto pras crianças quanto para adultos o estresse é muito relativo. Tudo depende de como você enxerga e encara as situações da vida. Um determinado fato pode ser comum para um e estressante para outro. Por isso nós, pais e mães, devemos observar e dialogar e passar tempo com nossos pequenos.
É importante a gente olhar pra nós, como tutores, pra ver se a causa do estresse está sendo nós mesmas.
Geralmente a culpa é da mãe!
É, não é fácil levar um tapa na cara, mas tem muita verdade nisso!
A gente pode carregar ou aliviar pros nossos pequenos. E as vezes, a culpa é nossa por passar mais tempo com eles e as vezes sendo mais rígida do que o necessário, esquecendo da flexibilidade para lidar com os eventos do cotidiano.
Mas a culpa é da mãe também, quando eles se tornam adultos, trabalhadores, felizes, responsáveis, mães, pais, amigos, pessoas bem resolvidas! A culpa é da mãe! rs...
Nem de longe tirar a autoridade e a importância do papel do pai na vida das crianças!
Apenas brincando com uma frase que costumamos ouvir nos consultórios, rua, internet e até em festinha infantil quando crianças começam a "pegar fogo" e alguém solta: "Cadê a mãe desta criança"!
O papel, a presença e o amor de pai é fundamental no desenvolvimento emocional das crianças.
Isto é bastante sério e causa um desgaste grande no físico e na mente, depois leva bastante tempo pra voltar a energia do corpo como antes.
De acordo com o psiquiatra Edson Saggese, professor do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro, “crianças podem ter reações físicas e mentais, associadas à ansiedade – que convencionou-se chamar de estresse. No entanto, o mesmo evento pode repercutir de maneira diferente em cada criança, de acordo com sua idade, capacidade de elaboração e a maneira como os pais conduziram a questão”.
Tanto pras crianças quanto para adultos o estresse é muito relativo. Tudo depende de como você enxerga e encara as situações da vida. Um determinado fato pode ser comum para um e estressante para outro. Por isso nós, pais e mães, devemos observar e dialogar e passar tempo com nossos pequenos.
É importante a gente olhar pra nós, como tutores, pra ver se a causa do estresse está sendo nós mesmas.
Geralmente a culpa é da mãe!
É, não é fácil levar um tapa na cara, mas tem muita verdade nisso!
A gente pode carregar ou aliviar pros nossos pequenos. E as vezes, a culpa é nossa por passar mais tempo com eles e as vezes sendo mais rígida do que o necessário, esquecendo da flexibilidade para lidar com os eventos do cotidiano.
Mas a culpa é da mãe também, quando eles se tornam adultos, trabalhadores, felizes, responsáveis, mães, pais, amigos, pessoas bem resolvidas! A culpa é da mãe! rs...
Nem de longe tirar a autoridade e a importância do papel do pai na vida das crianças!
Apenas brincando com uma frase que costumamos ouvir nos consultórios, rua, internet e até em festinha infantil quando crianças começam a "pegar fogo" e alguém solta: "Cadê a mãe desta criança"!
O papel, a presença e o amor de pai é fundamental no desenvolvimento emocional das crianças.
"A melhor forma de evitar o estresse é descobrir que fatores estão prejudicando a criança, que muitas vezes não se trata de um único fator, mas vários. Os pais devem procurar participar do dia-a-dia da criança e se sensibilizar melhor da presença do estresse, procurando as causas e eliminando-as sempre que possível. Muitas vezes, a ajuda de um psicólogo é necessária para ajudar lidar com o problema." Disse o psiquiatra Luíz Carlos.
Sabemos que o contato físico, o tempo e a qualidade do tempo que dedicamos para os nossos filhos é muito importante para a formação da personalidade e dos valores, que o que eles vêem em nosso comportamento é automaticamente gravado. Um bom termómetro é cuidar de como está o nosso nível de ansiedade e estress, lembrando que eles vão copiar nossas ações.
"Desenvolver atitudes positivas, aumentar a dose de paciência, demonstrar alegria em estar com o filho, juntamente com atitudes de enfrentamento dos desafios do dia-a-dia, são maneiras de ajudar a criança a resolver os seus problemas e fazer crescer a sua auto-estima.
É importante diminuir as exigências, brincar com a criança, levá-la a passeios, cinema, caminhadas, conversar muito com ela, sem críticas e recriminações. Deixar a criança falar, pois ela deve sentir que tem o apoio dos pais, e que eles estão interessados nos seus problemas. O diálogo, ainda é o método recomendado, em qualquer situação, como uma forma de carinho e atenção no combate ao estresse infantil." Disse Sônia das Graças, especialista em educação infantil.
É importante diminuir as exigências, brincar com a criança, levá-la a passeios, cinema, caminhadas, conversar muito com ela, sem críticas e recriminações. Deixar a criança falar, pois ela deve sentir que tem o apoio dos pais, e que eles estão interessados nos seus problemas. O diálogo, ainda é o método recomendado, em qualquer situação, como uma forma de carinho e atenção no combate ao estresse infantil." Disse Sônia das Graças, especialista em educação infantil.
Delícia aprender tudo isso!
É colocar as prioridades em nossa "agenda", lembrando que tudo na nossa vida é uma fase, que existe tempo para todas as coisas. E que possamos colocar em 1º lugar o que realmente mais importa.
Bjo
Dri
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Criança - a alma do negócio
Já falamos algumas vezes sobre publicidade para crianças, consumo infantil e "pequenos adultos".
Cruzando com as informações de que o estímulo ao consumo é a 1ª causa do desenvolvimento de Pensamentos Acelerados e Crises de Ansiedade é de se preocupar com a falta de respeito de algumas empresas que focam na criança, como a alma do negócio.
Aqui em casa a gente não assiste muito a TV e é super regulado o que e quando assistir. Não temos TV aberta e procuro estimular velhas maneiras de brincar, o coletivo (o que é fácil com 3 irmãos...rs) e a criatividade.
Isso ajuda muito a filtrar alguns estímulos, mas o coletivo externo influencia bastante!
A criança que não tem celular é "estranha"!
Não ter uma coleção de 300 barbies e vários hotwhells é ser menos.
Não usar maquiagem na escola, aos 9, é estar fora do grupo! E pasmem....um ser de 3 anos quer comprar sapatos com salto! (oi?!) Pra que existe sapatos com saltinhos pra uma criança de 3 anos!?
É muito estímulo desnecessário minha gente!
Pra que querer adiantar uma fase que vai chegar? Pra que abrir mão de algo que é mágico e nunca mais voltará, como a infância?
Não basta dar, tem que dar muito. E isto virou moeda de troca pra alguns pais que passam bastante tempo fora de casa. Como se fosse substituir o que os pais não tem dado!
Engano! Coisas podem distrair por um tempo....curto tempo! Por isso que precisam dar coisas novas, a distração é rápida.
Parece lindo um quarto cheio de brinquedos caros, que muitas vezes deixaram pais apertados, pra criança brincar 5 vezes. (e logo fica td nos cantos!)
Hoje, para muitos, o ter é importante e tem substituído o ser. Mas é uma troca fatal!
Convido a todas mães, tias, avós e mulheres a filtrarem o estímulo de compra para as crianças que estão a sua volta.
Divida com eles sua vida.
Conte suas melhores histórias e seus momentos difíceis.
Deixem eles saberem que você foi criança e que ainda existe um lado infantil em você que adora rolar no tapete com eles, fazer da cozinha uma brincadeira, que ainda dança na frente do espelho e ama, profundamente, a criança que está ao seu lado.
Mostre isso, gaste tempo com isso.
Divido com vocês um vídeo bastante conhecido.
Se você não viu, por favor de um play aí.
Bjo
Obrigada pela leitura.
Cruzando com as informações de que o estímulo ao consumo é a 1ª causa do desenvolvimento de Pensamentos Acelerados e Crises de Ansiedade é de se preocupar com a falta de respeito de algumas empresas que focam na criança, como a alma do negócio.
Aqui em casa a gente não assiste muito a TV e é super regulado o que e quando assistir. Não temos TV aberta e procuro estimular velhas maneiras de brincar, o coletivo (o que é fácil com 3 irmãos...rs) e a criatividade.
Isso ajuda muito a filtrar alguns estímulos, mas o coletivo externo influencia bastante!
A criança que não tem celular é "estranha"!
Não ter uma coleção de 300 barbies e vários hotwhells é ser menos.
Não usar maquiagem na escola, aos 9, é estar fora do grupo! E pasmem....um ser de 3 anos quer comprar sapatos com salto! (oi?!) Pra que existe sapatos com saltinhos pra uma criança de 3 anos!?
É muito estímulo desnecessário minha gente!
Pra que querer adiantar uma fase que vai chegar? Pra que abrir mão de algo que é mágico e nunca mais voltará, como a infância?
Não basta dar, tem que dar muito. E isto virou moeda de troca pra alguns pais que passam bastante tempo fora de casa. Como se fosse substituir o que os pais não tem dado!
Engano! Coisas podem distrair por um tempo....curto tempo! Por isso que precisam dar coisas novas, a distração é rápida.
Parece lindo um quarto cheio de brinquedos caros, que muitas vezes deixaram pais apertados, pra criança brincar 5 vezes. (e logo fica td nos cantos!)
Hoje, para muitos, o ter é importante e tem substituído o ser. Mas é uma troca fatal!
Convido a todas mães, tias, avós e mulheres a filtrarem o estímulo de compra para as crianças que estão a sua volta.
Divida com eles sua vida.
Conte suas melhores histórias e seus momentos difíceis.
Deixem eles saberem que você foi criança e que ainda existe um lado infantil em você que adora rolar no tapete com eles, fazer da cozinha uma brincadeira, que ainda dança na frente do espelho e ama, profundamente, a criança que está ao seu lado.
Mostre isso, gaste tempo com isso.
Divido com vocês um vídeo bastante conhecido.
Se você não viu, por favor de um play aí.
Bjo
Obrigada pela leitura.
domingo, 13 de maio de 2012
Carta aberta pra minha mãe
"Mãe,
Como é que posso agradecer por tudo o que você fez, é e representa pra mim!?
Sabe, pensei em tantas coisas que poderia fazer pra te lembrar o quanto você é especial e resolvi declarar abertamente que eu TE AMO MUITO!
Queria te lembrar daqueles dias em que você cuidava de nós, diariamente e dizer: OBRIGADA!
Obrigada por ter se dedicado nos dias em que eu estava na UTI neonatal e vc, mesmo com dificuldades, decidiu amamentar um bb prematuro que nem conseguia sugar.
Que se esforçou pra fazer o melhor por nós. Eu sei mãe, você passou por fases difíceis enquanto a gente crescia e exigia mais de você, de sua energia, de seu tempo e hoje quero dizer OBRIGADA....Muito obrigada por ter me amado, me ensinado, por ter sido espelho, por nunca ter desistido, por todas risadas, carinhos, palmadas, histórias e principalmente por estar alí. Sempre por perto, sempre pronta, sempre mãe!
Não existe mãe perfeita, existe a nossa mãe, que é perfeita pra nós. E você é essa perfeita mãe, que tem o coração mais doce, as palavras mais sábias, o brilho mais estonteante, o amor mais delicado, a força mais terna e o carinho mais aconchegante.
Te Amo mãe. E não precisa ficar triste não, suas crianças continuam aqui.
Tem um lado em mim que é o mesmo da Dri pequenininha, as vezes carente de mãe, sapeca, risonha, que nunca vai crescer, vai continuar vendo a vida de um jeito simples e alegre, como criança.
Tem outro lado que cresceu, amadureceu, e hoje é mãe. De 3.
Sou feliz pelos meus tesouros, feliz por ser mãe.
Feliz por ter você por perto, feliz por ter você como exemplo, feliz por ser sua filha.
Obrigada mãe, por existir e por um dia ter decidido ser mãe, de 4.
Te amo, muito. Muitão.
Bjo da sua filha
Dri"
segunda-feira, 7 de maio de 2012
SORTEIO
oi Pessoal
A Cuack está lançando um sorteio com algumas blogueiras e o Mulheres Mães não poderia ficar de fora desta! Cada blogue terá direito de sortear 1 adesivo pra seus seguidores.
Se você já segue o nosso blogue vc pode levar 1 adesivo pra sua casa!
É SUPER FÁCIL!!
1º) Faça o cadastro lá na loja. Aqui o link
2º) Comente este post
3º) Escolha sua peça favorita
4º) Cruze os dedos
Eu já escolhi o meu.
Ele é grandão e vai ficar perfeito na parede do Hall de entrada. Tem 80cm x 1'10 metros.
É este aqui:

Você pode escolher o adesivo que vc quiser! O sorteio será dia 19/maio.
Beijos
A Cuack está lançando um sorteio com algumas blogueiras e o Mulheres Mães não poderia ficar de fora desta! Cada blogue terá direito de sortear 1 adesivo pra seus seguidores.
Se você já segue o nosso blogue vc pode levar 1 adesivo pra sua casa!
É SUPER FÁCIL!!
1º) Faça o cadastro lá na loja. Aqui o link
2º) Comente este post
3º) Escolha sua peça favorita
4º) Cruze os dedos
Eu já escolhi o meu.
Ele é grandão e vai ficar perfeito na parede do Hall de entrada. Tem 80cm x 1'10 metros.
É este aqui:

Você pode escolher o adesivo que vc quiser! O sorteio será dia 19/maio.
Beijos
sábado, 5 de maio de 2012
Mude, você mesma, a sua casa!
Faz 2 anos que estamos morando em nossa casa.
Casa nova, pintura fresca, tudo novinho! Uma beleza...Isso há 2 anos atrás...
Com uma pequena de 3, que chegou na casa quando tinha apenas 1 aninho, e um pequeno de 5, que estava no auge do risque-rabisque (3anos) quando mudamos, as paredes estão verdadeiras obras de arte!
Praticamente uma galeria! rs
Aí é assim também?
Chega uma hora que a pobre parede começa a perder a própria tinta de tanto que a gente já esfregou pra tirar o desenho da barbie, homem aranha, cachorro, a mamãe, o papai, a Tata, o patinho e um monte de coisa que eles amam desenhar!
A casa vai perdendo o charme da mudança.
Então, fiz algumas mudanças aqui....troquei alguns quadros de lugar, mudei umas poltronas, subi algumas coisas, desci outras. Amo este arrasta-arrasta.
E esta é a dica que quero deixar pra vocês.
Troquem as coisas de lugar! Experimente o quadro da sala no Hall de entrada, a luminária do quarto na sala de TV.
Com as mesmas coisas, investindo um pouco de tempo no planejamento de cada coisa no espaço, você pode receber um ambiente novo com as velhas coisas.
Mas aqui as paredes CLAMAM por uma tintinha! risos
Como não vai rolar a pintura da casa toda de uma só vez, estou planejando com minha decoradora particular, minha super gata-talentosa irmã Juliana, a mudança da sala, lavabo e Hall de entrada!
[ps: quem quiser o toque da super Jú é só falar com ela através do Blog, clique aqui. ]
Estamos planejando o seguinte:
Tem uma parede principal que vai receber uma tinta e uma cor (aleluia!) + alguns produtos decorativos da Cuack (é lançamento! Ainda nem está no site....mas é LINDO D+), um lavabo que vai ganhar este adesivo aqui, e o Hall que está sendo composto, mas que já temos definido este adesivo que AMEI, vejam aqui.
É impressionante como um adesivo muda a cara da casa renova a decoração, dá aquele charme nas paredes! Não vejo a hora de começar colocar a "mão na massa" e mudar o visu da casa!
Assim que eu tiver o antes e depois vcs serão os primeiros a saber!
Por que não faz uma mudança aí também e compartilha com a gente aqui!?
Bjo
Dri
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Não, eu não sei!
Depois de um dia em que me sinto segurando, contando até 1.001, gerenciando minhas emoções, gerenciando problemas, visualizando desafios, algumas alegrias e outras decepções, concluo que não sei!
Não, eu não sei viver sem Deus.
Parabéns pra você que acha que consegue e está tudo bem na sua vida, mas pra mim não dá!
Sabe no final da tarde que você preciiiiiiiisa de um refrigério, força, alento!? Pois é, vem dEle!
Sabe quando você erra em gerenciar suas emoções com as manhãs+choro+briga daqueles dias agitados de seus filhos? Pois então, Ele te ensina também como melhorar!
Quando as pressões da vida pesam no ombro, sabe? Ele alivia!
Quando você tem muitos motivos pra desabar em choros? Ele te dá colo, te deixa chorar e no final refrigera a sua alma.
Te da esperança e força.
Te estende a mão. E quando você se depara com suas dificuldades, limitações e erros Ele tá ai, te amando, sorrindo, cheio de graça e perdão pra cada coisa que você precisar.
Tentei, mas não rolou!
Pensei que fosse forte, mas desabei.
Pra me conhecer, pra me interiorizar, pra eu ser uma pessoa melhor pra mim mesma e pros outros, eu preciso dEle.
Se vc não tá conseguindo sozinha, pede ajuda pra Deus, não vai se arrepender.
#desabafo
bjs
Dri
domingo, 22 de abril de 2012
O melhor e o mais difícil trabalho do mundo...
É um prazer e uma dor!
Responsabilidade e leveza ao mesmo tempo.
Educar, ser amigo sem anular a responsabilidade de mãe.
Ensinar o caminho sem tirar deles a chance de fazer suas próprias escolhas.
Estar por perto sem sufocar.
Criar bases fortes e ao mesmo tempo ensinar a fragilidade da vida.
Interferir nas horas certas e deixar brincar desestruturado.
É difícil!
Mas é o melhor do MUNDO!
Uma benção.
Um presente.
Assim me sinto mãe, assim me sinto de vocês 03, meus tesouros, meus filhos.
E para fechar, deixo o emocionante vídeo da P&G pra vcs que viram poder se emocionar novamente e pra que não viu, poder chorar de alegria.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















